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A programação e desenvolvimento de software, permite-nos desenvolver capacidades, e conhecimentos gerais de áreas e ramos que por vezes nunca pensarámos, estudar e desenvolver se não fosse a associação das tecnologias de programação, com os circuitos de informação nas diversas áreas quer a nivel do ensino, comercial, design, inteligência artificial, etc...
Uma linguagem de programação não é apenas um meio de indicar a um computador uma série de operações a executar. Uma linguagem de programação é, sobretudo, um meio de exprimirmos ideias acerca de metodologias.
 

O que é o dBASE Plus?

O dBASE Plus é um ambiente de desenvolvimento rápido (RAD) para a criação de aplicações de bases de dados e aplicações direccionadas para a internet. Dispõe de ferramentas flexíveis de administração de bases de dados,um modelo de programação orientado por objectos de terceira geração e um elevado índice de compatibilidade com versões anteriores.
O seu pacote dBASE Plus inclui o Borland Database Engine (BDE), que permite uma fácil conexão às tabelas nativas do dBASE em DBF7 mas também fornece suporte nativo para formatos Paradox, Microsoft Access e Microsoft FoxPro, bem como qualquer fonte de 32-bit com suporte ODBC. O dBASE Plus também inclui um conjunto de drivers de elevado desempenho, conhecidos como ligações SQL, que extendem o suporte às bases de dados mais populares tais como Oracle, Sybase, InterBase, MS SQL Server, IBM DB2 e Informix.
O dBASE Plus também permite a criação de ligações a outras fontes através de objectos de dados personalizados.

Desde que conheci e aprendi a programar em Clipper 5.x (iniciando pelo Summer87) em 1991/2 reconheci logo que estava numa plataforma de trabalho segura, potente, facilmente controlável em situações de erro quer de programação ou por imposição dos sistemas onde os programas eram colocados, em ambiente local ou rede, sendo uma das plataformas programação mais estáveis que tenho conhecido. Pelo que ao longo destes anos até à presente data só tenho programado em Clipper (DOS) visto o seu suporte de dados ser pelo extraordinário .DBF.
 Mas desde o aparecimento do Windows, é natural que o desenvolvimento de programas passou por mudanças importantes. Neste novo mundo da informática, interfaces gráficas, redes que abragem grandes distâncias, combinação de plataformas hardware e arquitecturas cliente-servidor, tudo isto é motivo para aumentar a complexidade dos programas. As ferramentas tradicionais de programação – como o Clipper – não estão à altura de atender às reais necessidades dos programadores de aplicações de hoje. Algumas ferramentas são poderosas mas inibem a produtividade e carecem de real capacidade de desempenho. Pelo que desde 1996/7 tenho andado no mercado à procura de uma plataforma em ambiente Windows que me transmitisse confiança como o Clipper, tentei inicialmente o DBFAST 2.0, o FIVEWIN, adquiri o CA-Visual Objects mas era um autêntico pesadelo criar aplicações – nunca se tinha a certeza do seu real funcionamento, mas, paralelamente a estas aquisições e textes nestas plataformas, andava de olho em cima do Visual Dbase 5.0 mas como a nível nacional não havia suporte, preferi aguardar que viessem dias melhores. Adquiri o XBASE++ juntamente com o Express++ mas como o suporte de criar forms era muito pobre acabei novamente deixar de lado esta plataforma. Soube então do  Visual Dbase 7.0 pelo que adquiri uma cópia para me certificar do seu potencial e a primeira coisa que me saltou à vista foi que a maior parte da sintaxe Xbase utilizada no Clipper é idêntica no V.Dbase. No início de 2001 acabei por ter conhecimento do novo Visual Dbase 2000 – DB2K  através do Sr. nuno.ricardo@op3racional.de da   http://www.op3racional.de  acabei por tirar algumas dúvidas sobre esta nova plataforma, pelo que resolvi adquirir o produto e acabei mesmo por frequentar uma formação específica sobre DB2K na http://www.op3racional.de.  Conclusão, nesta minha longa caminhada de programador deparo-me agora com uma plataforma segura, utilizando DBFs (norma 7),  programação por objectos e eventos fáceis de trabalhar com um grande leque de opções e uma interface gráfica excelente para criar novas aplicações num mundo GUI, tendo em conta que a programação por objectos nada tem a ver com a programação modular e sequencial  utilizada pelo Clipper, mas, podemos ainda utilizar instruções XBASE que são idênticas na sua sintaxe.
As razões que me levam a optar pelo dB2K é pela sua capacidade de desempenho e de trabalho ser excelente e toda a  confiança actual que tenho no Clipper, já estou a  transferir para o dB2K sem receios, criando novas aplicações, utilizando um novo método de programação, por objectos, suporte SQL.,etc.  .  O suporte nacional pela http://www.op3racional.de também reforça a minha escolha, através do seu sócio-gerente nuno.ricardo@op3racional.de
É como tudo na vida, desde que se mude procedimentos, temos de nos adaptar,  se realmente queremos melhorar. MAS VALE O ESFORÇO.
Por política da empresa a www.op3racional.de deixou de representar o dBASE pelo que qualquer informação ou aquisição do produto deve ser feita directamente a www.dbase.com

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